PS EM MOVIMENTO




PS - 25 Anos

NÚCLEO FUNDADOR DE BONA EM ALMOÇO

O grupo fundador do PS organizou, no dia 25 de Abril, um almoço de confraternização para comemorar os 25 anos da criação do Partido, uma celebração que antecedeu o megajantar que se realizou à noite na Feira Internacional de Lisboa e que reuniu cerca de sete mil militantes.

Fonte da organização disse que o almoço «não tem quaisquer conotações políticas» e pretendia tão-só «juntar o grupo de amigos» que fundou o PS em 19 de Abril de 1973, na localidade alemã de Bad Munstereiffel, nos arredores de Bona.

O almoço decorreu num restaurante de Lisboa, tendo sido organizado pelo camarada Rodolfo Crespo, um dos fundadores do Partido e actual presidente da Fundação «O Século», em colaboração com os camaradas Manuel Tito de Morais, José Neves, Roque Lino, Fernando Loureiro, Liberto Cruz e Marcelo Curto.

Numa nota à Imprensa, a Comissão Organizadora do almoço indicou que o convívio visava permitir aos fundadores do PS «reviver, juntos, a memória dos tempos da resistência e do acto de fundação» do PS.

Entre o almoço e o jantar, os nomes dos 111 fundadores do Partido Socialista - 27 estiveram na Alemanha no acto fundador e outros 84 na génese do Partido - serão perpetuados numa placa alusiva ao acto e descerrada na sede nacional socialista, no Largo do Rato, em Lisboa.

A cerimónia contou com a presença do secretário-geral do PS, António Guterres, além de outras destacadas figuras do Partido.

Segundo a fonte, dos 111 socialistas que há 25 anos ajudaram a fundar o PS estão vivos apenas 74.




PS - 25 Anos

MEGAJANTAR - «TUDO EM BOAS MÃOS»

Sábado, 25 de Abril de 1998, 20 horas. Cerca de sete mil militantes dirigem-se, nesta noite primaveril, ao recinto da Feira Internacional de Lisboa (FIL) onde, no seio da grande família socialista, jantarão e brindarão à saúde do PS e dos seus emblemáticos 24 anos de existência.

Um recinto engalanado com as cores de Portugal aguardava os milhares de convivas entusiastas que, pacientemente, procuravam uma mesa próxima do lugar onde haveriam de ficar sentados os «históricos do Partido».

A chegada de António Guterres, secretário-geral do PS, e de Mário Soares, fundador, foi anunciada, passavam já 35 minutos das 20 horas, pelos primeiros acordes da conhecida melodia celebrizada pelos Vangelis.

Bandeiras brancas, encarnadas e amarelas ergueram-se então em sinal de alegre saudação.

Pouco depois a família socialista sentava-se à grande mesa da fraternidade para a refeição que terminou com a projecção de um vídeo evocativo dos momentos gloriosos do Partido Socialista, começando pela sua fundação, em 1973, e passando por momentos como a Revolução dos Cravos (1974), a investidura como Presidente da República de Mário Soares (1986), a consagração de Guterres como secretário-geral do PS (1992), a vitória da Nova Maioria (1996), e terminando na chegada de Sampaio à Presidência.

«PS - 25 anos no coração de Portugal» foi a mensagem com que finalizou a exibição audiovisual e que foi seguida pela ovação em pé dos militantes emocionados.

Depois, e como manda a tradição, cantou-se os parabéns ao notável aniversariante, acto seguido pelo clássico apagar das velas que coube ao presidente honorário do Partido Socialista, o camarada Tito de Morais.

E, a seguir, as palavras e a surpresa...



O regresso do pai-fundador

Treze anos depois de ter participado pela última vez em actos político-partidários, o primeiro secretário-geral do PS frisou, num discurso proferido por ocasião das celebrações do 25º aniversário da fundação do Partido Socialista, que «nunca como hoje o PS foi tão forte, teve tanta influência na sociedade portuguesa e foi tão aberto».

Presente no megajantar socialista, o camarada Mário Soares sublinhou que tinha a certeza de que deixara, após a sua retirada voluntária da política partidária, «tudo em boas mãos».

«Tive a sorte raríssima num homem político. Depois da vida que tive, depois de ter lutado pelos meus ideais, tive a felicidade de chegar ao fim do caminho a que me propus dando posse a um Presidente da República socialista, a um presidente da Assembleia da República socialista e a um primeiro-ministro de um Governo socialista», disse.

«Se se acrescentar a isto que as presidências das Câmaras das cidades mais importantes do País são socialistas, e a conquista do Governo Regional dos Açores pelos socialistas eu pergunto: Que outro homem político poderia ter a sorte que tive?», continuou.

Depois de uma breve reflexão sobre o euro, a União Europeia e Portugal, Soares dirigiu calorosas palavras ao actual secretário-geral dos socialistas, elogiando-o e considerando-o «um homem de coração e de generosidade».

«Temos à frente do PS uma grande figura. Conheço muita gente, em Portugal e no estrangeiro, e sei qual é o prestígio que Guterres goza no Mundo, o que representa uma grande mais-valia para o PS que os socialistas têm de acarinhar», afirmou, reiterando, de seguida que «Guterres tem uma qualidade única num partido como o PS: é um homem de coração e de generosidade, que esteve em todos os combates, com as tarefas mais modestas e com as mais delicadas e difíceis e como secretário-geral é um homem que não discrimina ninguém».

«Não há em muitos partidos, e eu conheço muitos, gente assim de quem nos possamos orgulhar», salientou, aproveitando a ocasião para prestar homenagem aos outros dirigentes do Partido Socialista que, tal como Soares, fundaram o PS, a 19 de Abril de 1973.

Lembrou, então, Manuel Tito de Morais, Raul Rego, Gustavo Soromenho, Fernando Vale (o mais velho fundador do PS, com 98 anos) e «outros que ficaram pelo caminho», como António Macedo (antigo presidente do PS), Mário Cal Brandão, José Magalhães Godinho e Francisco Salgado Zenha.

Falando sobre o PS Mário Soares reivindicou que o Partido «esteve em todos os momentos» da história recente de Portugal.



Guterres indignado, mas confiante

O dia era de festa, mas o secretário-geral do PS não deixou de expressar, na sua intervenção no megajantar da FIL, a sua indignação com as «infâmias e suspeições» lançadas pelo PSD, sublinhando que a linguagem «esquerdizante» utilizada por Marcelo Rebelo de Sousa faz lembrar «o Portugal de Salazar».

«Porquê o ataque agora? Porque o PSD escolheu a direita e tinha de lançar uma "cortina de fumo" para a procurar camuflar com uma linguagem esquerdizante, que lembra a do PCP que, felizmente, já se afastou desse tipo de discurso», acrescentou.

Afirmando que o Governo que chefia nada tem contra os grupos económicos, Guterres disse não querer para Portugal uma economia estatizante de cariz soviético.

«Queremos um Estado forte e uma economia forte», sublinhou ainda o líder socialista».

António Guterres apelou, nesse sentido, à «estabilidade política», pelo que considerou ser «inaceitável em democracia» lançar «difamações e suspeição», factos que são «intoleráveis» num regime democrático.

«Temos a consciência tranquila e nunca outro Governo teve mais rigor e transparência no relacionamento com os parceiros sociais ou com os grupos económicos e por isso temos o direito à indignação», garantiu para depois frisar que serão os eleitores a julgar a acção governativa nas próximas legislativas, reafirmando que o PS concorrerá às eleições «sem coligações artificiais e sem bengalas».

Na esfera partidária, Guterres deu conta da união que reina no grande família socialista e aproveitou para elogiar três dos históricos fundadores do PS - Francisco Ramos da Costa (já falecido), Manuel Tito de Morais (presidente honorário) e Mário Soares (primeiro secretário-geral).

Referindo-se a Soares, Guterres definiu-o não apenas o fundador do PS, mas como «o homem a quem todos devemos o que somos hoje». A assistência, emocionada, começou imediatamente a gritar o slogan que levou o antigo secretário-geral do PS à Presidência da República - «Soares é Fixe».

Ao prestar homenagem ao PS, Guterres associou-a sempre a Soares: «Um símbolo antes e depois do 25 de Abril, que salvou por duas vezes o País da bancarrota, que levou à modernização e à adesão à Europa, um homem que é, e será sempre, o símbolo da liberdade e da Democracia em Portugal».

O primeiro-ministro não se esqueceu de homenagear os secretários-gerais que sucederam a Soares e o antecederam na liderança dos socialistas - Vítor Constâncio (1986/88) e Jorge Sampaio (1988/92).

Chegada a hora de prestar contas à governação, Guterres disse que «agora temos também melhor democracia, melhor economia, uma sociedade mais justa e dialogante, sem inventar forças do bloqueio para evitar confusões».

«Estamos no centro da decisão, fruto de uma profunda vontade política europeísta desencadeada por Mário Soares, temos a maior taxa de crescimento da Europa, estamos a reduzir progressivamente o flagelo do desemprego e o poder de compra vai crescer duas vezes e meio até ao final da legislatura (dentro de ano e meio)», afirmou, para terminar logo com um «Viva o PS! Viva Mário Soares!».



A mensagem de Sampaio

O Presidente da República, Jorge Sampaio, militante do PS, não quis deixar passar o aniversário do Partido sem enviar uma mensagem à família socialista.

A mensagem de saudação à direcção dos socialistas foi lida por Almeida Santos, presidente do PS, que pouco antes, em breve intervenção, tinha afirmado o seu orgulho pelo facto de o Partido Socialista ter sido um grande partido, ajudando a preparar as condições para que o 25 de Abril de 1974 fosse uma realidade.

Na mensagem, lida pelo presidente socialista, Sampaio justificou a sua ausência com o carácter «suprapartidário» do cargo que ocupa.

No entanto, considerou, esse cargo, «não implica renegar esse percurso político próprio de quem o desempenha».

«Por isso, não podia ficar indiferente à comemoração deste aniversário e saudou vibrantemente os fundadores do partido pelas determinação na luta pela liberdade e de coragem para enfrentar as consequências de mais um acto de oposição ao autoritarismo», disse.

Nesse sentido, Jorge Sampaio falou do passado e fez um balanço desse percurso, dando ênfase ao legado que os «mais velhos» do Partido podem passar às novas gerações.

«Portugal está num momento importante de passagem de um testemunho de uma geração política para outra. As gerações que fizeram a transição para a democracia serão em breve esmagadoramente minoritária no sistema político», frisou.

Ao terminar a sua mensagem, Jorge Sampaio reafirmou a sua convicção em que «o PS marcou o presente, construiu o futuro e fez história», pelo que, sublinhou, «terei sempre orgulho em ter sido seu secretário-geral».

Convictos de que assim será, já algo cansados, mas nem por isso menos entusiasmados e convictos dos ideais que formam parte do ser socialista, os convivas saíram do recinto da FIL, até para o ano.

(MJR)




REUNIÃO DA COMISSÃO POLÍTICA NACIONAL

A Comissão Política do PS reuniu ontem conjuntamente com os presidentes das federações do PS, na sede nacional do Largo do Rato, em Lisboa, tendo como pontos da ordem de trabalhos a análise da situação política e o referendo sobre a interrupção voluntária da gravidez.



JS e FAUL promovem hoje

HOMENAGEM A JOSÉ AFONSO

No âmbito das comemorações do 25 de Abril, a JS e a FAUL promovem hoje um espectáculo musical com a Real Companhia, que interpretará canções de José Afonso, em homenagem a este símbolo da canção de intervenção e de Abril.

O espectáculo, com início às 21 e 30, realiza-se no Fórum Lisboa (antigo Cinema Roma).

Estarão presentes nesta homenagem Vasco Lourenço, Manuel Alegre, Jorge Coelho e Gonçalo Velho.




AÇORES
ABERTURA DO PS AO EXTERIOR

O líder dos socialistas açorianos, Carlos César, disse no dia 25 que o diálogo e a cooperação do partido com entidades e personalidades sem filiação partidária podem conferir uma maior abertura do PS/Açores à sociedade do arquipélago.

Carlos César, que falava em Ponta Delgada na tomada de posse dos membros do Conselho Consultivo do PS/Açores, um órgão integrado por independentes e criado no último Congresso Regional do partido, realizado em 1997, justificou tratar-se de «uma parceria para uma nova visão da democracia participativa que vem permitir a construção de um projecto para todos os açorianos».

Além disso, acrescentou, «tal facto assume iniludível importância na Região, reforçada pela circunstância do PS estar a exercer funções governativas».

Entre os membros que compõem o Conselho Consultivo do PS/Açores figuram o ex-reitor da Universidade dos Açores, Machado Pires, o pintor José Nuno da Câmara Pereira, o advogado Ricardo Magalhães e o empresário Costa Leite.




ALGARVE
CONGRESSO DA FEDERAÇÃO

O socialistas algarvios elegerão no próximo dia 8 as Comissões Políticas Concelhias para 1998/2000, em simultâneo com as eleições para o VII Congresso da Federação do Algarve.

Renovar a legitimidade política dos órgãos concelhios e relançar o trabalho político para os próximos dois anos na perspectiva dos referendos e das eleições europeias e legislativas são as razões que sustentaram esta simultaneidade.




ALIJÓ
CONCELHIA DEMITE-SE

O presidente da Concelhia do PS/Alijó, Adérito Ferreira, apresentou a sua demissão, com o intuito de «clarificar as águas dentro da Concelhia».

Conforme referiu à Agência Lusa, o seu pedido de demissão, entregue ao presidente da Mesa da Assembleia Geral, foi acompanhado pelos de mais 11 camaradas da Concelhia, que actualmente é composta por 15 camaradas.

Adérito Fernandes referiu que depois das autárquicas, e apesar do resultado do partido no concelho «ter sido francamente bom», uma vez que conseguiu cinco dos sete vereadores da autarquia, «três dos elementos da Concelhia não têm tido essa visão».

O agora demissionário presidente da Concelhia vai ser de novo candidato, com os mesmos 11 camaradas que o acompanharam na demissão «e mais alguns, porque a Comissão Política cresceu devido ao número de militantes que aderiram recentemente ao partido».




AVEIRO
HÉLDER FILIPE É CANDIDATO

O camarada Hélder Filipe vai disputar em Maio a liderança da Federação do PS/Aveiro a José Mota, actual presidente, a quem acusou no dia 24 de se isolar, distanciar das organizações de base e ser figura exterior à futura região da Beira Litoral.

Em conferência de Imprensa realizada no dia 24 para apresentar a sua candidatura, o camarada Hélder Filipe sublinhou que «a Federação terá de preparar a regionalização e o referendo, e não é uma figura exterior à futura região da Beira Litoral que poderá tutelar a acção de toda a classe política aveirense».

O camarada Hélder Filipe, no encontro com os jornalistas, revelou que se propõe criar um gabinete de estudos na Federação Distrital, tanto mais que, frisou, «a regionalização exige boa preparação técnica».

Confiante na vitória, o camarada Hélder Filipe diz contar com apoios seguros na maioria dos 19 concelhos do distrito de Aveiro.




BENAVENTE
JOSÉ CARLOS PEDROSA É O NOVO LÍDER

O camarada José Carlos Pedrosa é o novo líder do PS/Benavente. Nas eleições realizadas no dia 24 para a Comissão Política Concelhia de Benavente, a lista B encabeçada pelo camarada José Carlos Pedrosa obteve 52 votos, contra 32 da lista A liderada pelo camarada Alcídio Gasparinho.

De acordo com o resultado das eleições, integram a Comissão Política Concelhia de Benavente 11 membros da lista B e 6 membros da lista A.

Em declarações ao «Acção Socialista», o camarada José Carlos Pedrosa elegeu como prioridades da Concelhia «o apoio total aos autarcas eleitos pelo PS», bem como «o reforço do triângulo Concelhia, Federação e órgãos nacionais do PS».




SETÚBAL
ALBERTO ANTUNES RECANDIDATA-SE

O presidente da Federação Distrital de Setúbal do PS, Alberto Antunes, vai recandidatar-se ao cargo.

A candidatura do camarada Alberto Antunes foi divulgada na passada segunda-feira, numa conferência de Imprensa realizada na sede do Coral Luísa Tody, em Setúbal.

Até ao momento não é conhecida qualquer outra lista candidata ao órgão máximo distrital de Setúbal dos socialistas.

Os três referendos e as eleições europeias e legislativas são as três grandes questões do futuro mandato da Federação de Setúbal do PS.

A afirmação foi feita no dia 27 em Setúbal pelo camarada Alberto Antunes, actual presidente da Federação, durante a apresentação da sua recandidatura.

«Parto para as eleições de consciência tranquila e com sentido do dever cumprido e do trabalho realizado», disse.

O líder dos socialistas de Setúbal sublinhou ainda o facto de no último mandato ter sido possível «pacificar internamente» o PS de Setúbal.

Alberto Antunes lembrou igualmente que no último mandato esta estrutura distrital conseguiu elevar para três o número de presidentes de Câmara eleitos pelo PS no distrito, além de ter conseguido aumentar o número de vereadores e de presidentes de juntas de freguesia socialistas.




PS-POSL

ANTÓNIO REIS NO LUXEMBURGO

A recente deslocação do dirigente histórico e deputado do PS António Reis, por ocasião das comemorações do 25 de Abril, ao Luxemburgo, onde se encontrou com o presidente do POSL e eurodeputado, Ben Fayot, ficou marcada pelo reforço dos laços políticos entre os socialistas portugueses e luxemburgueses.

Durante o encontro, Ben Fayot recordou que o POSL tinha tido o prazer de receber no Luxemburgo antes das altas funções que actualmente ocupam, Jorge Sampaio e António Guterres.

Ben Fayot lembrou ainda que o POSL sempre se bateu por uma aproximação entre as organizações socialistas presentes no Luxemburgo e o seu partido.

António Reis e Ben Fayot acordaram ainda na necessidade de reforçar os laços políticos entre os socialistas dos dois países.

O deputado do PS António Reis mostrou-se vivamente interessado pela «démarche» dos socialistas luxemburgueses e prometeu sensibilizar a comunidade portuguesa no Luxemburgo sobre a importância da cooperação política das diferentes comunidades, nomeadamente através de uma maior participação nas eleições autárquicas e europeias.




MAÇÃO
SOCIALISTAS LANÇAM NEWSLETTER

Os autarcas socialistas do concelho de Mação, distrito de Santarém lançaram no dia 24, em conferência de Imprensa, a «Gazeta de Mação», uma newsletter, que tem como objectivo dar a conhecer a intensa actividade desenvolvida pelos autarcas do PS.




MADEIRA
PS PEDE INQUÉRITO

O Grupo Parlamentar do PS/Madeira vai apresentar um pedido de inquérito parlamentar na Assembleia Legislativa Regional sobre o destino das águas lixiviantes da ETRU-Estação de Tratamento de Resíduos Sólidos da Meia Serra.

A deputada Violante Matos acusa o Governo Regional de recusar «discutir o problema e de negar sistematicamente todas as chamadas de atenção, todas as denúncias, todas as críticas».




PORTO
NARCISO MIRANDA CONSENSUAL

A recandidatura do camarada Narciso Miranda à Federação do PS/Porto é cada vez mais consensual e geradora de total unanimidade. É o reconhecimento dos militantes pelo notável trabalho de Narciso Miranda à frente do PS/Porto.

Narciso Miranda conta com o apoio de 83 das 91 estruturas distritais, bem como de destacadas figuras do PS como Fernando Gomes, Carlos Lage, Manuel dos Santos, Mário Almeida e Alberto Martins, entre outros.

«Um PS forte e vencedor» é o lema da moção que apresentou no dia 27, e que tem como principal objectivo proporcionar a António Guterres uma governação com maioria absoluta.

Em segundo lugar, o camarada Narciso Miranda elege a regionalização como uma das prioridades do combate político dos socialistas portuenses.

Na moção assegura-se a intenção de manter o espírito dos Estados Gerais, no quadro de se proporcionar um debate de ideias alargado à sociedade civil.

Narciso Miranda propõe ainda a criação de um novo órgão interno na Federação do Porto, o conselho de estratégia política.

Com a sua notável capacidade de liderança e trabalho, bem como a sua determinação na luta por causas e ideais, Narciso Miranda é o homem certo no lugar certo.