PS - 25 anos - Comemorações
O Partido Socialista realizou no passado dia 19, 25 anos após a sua fundação em Bad Munstereiffel, na bonita Sede Nacional, agora recuperada, um «Porto de Honra» que contou com a presença de fundadores e dirigentes nacionais do PS, para a apresentação do programa comemorativo dos 25 anos da sua fundação.
Na ausência do secretário-geral, António Guterres, que se encontrava de visita oficial a Macau e à China, o presidente do Partido, Almeida Santos, recordou os tempos que se viviam em Portugal, em 1973, quando se fundou na clandestinidade o Partido Socialista Português.
O camarada Almeida Santos insistiu na necessidade de se falar daqueles tempos, de ditadura e repressão, para que assim se possa dar mais valor à liberdade e à democracia.
«É bom lembrar que existiu esse regime, é bom lembrar em que condições difíceis o Partido Socialista foi constituído, porque os cidadãos que hoje têm menos de 35 a 40 anos, não podem ter a memória desse período e terão tendência a supor que esse período nunca existiu ou, pelo menos, não foi tão odioso como foi», afirmou.
Neste sentido, referiu Almeida Santos, tenho «que quase agradecer ao Sr. Rosa Casaco, ter vindo a Portugal e ter feito as declarações que fez e ter, no fundo, confessado publicamente o crime sobre o qual se lançaram as maiores dúvidas, porque é sabido que o antigo regime acusou a resistência, os próprios companheiros do general Delgado de terem sido os responsáveis pela sua morte».
Para o presidente do Partido Socialista, «é bom lembrar as coisas más para valorizar as coisas boas. Lembrar que a democracia e a liberdade de hoje tiveram uma antítese de violência, de repressão, de ditadura, de censura, de prisões arbitrárias é bom lembrar tudo isto e, quando eu recordo que um grupo de resistentes se reuniu na Alemanha, para constituir aquilo que é hoje o Partido Socialista, eu penso que isso foi o princípio da caminhada gloriosa que esse partido fez dos últimos 25 anos e tenho a certeza que vai continuar a fazer no próximo século».
Referindo-se explicitamente a Mário Soares como «o grande resistente», Almeida Santos, sem esquecer todos os outros grandes resistentes que dentro e fora do País lutavam pela Democracia, homenageou aquele que considera ter estado «à frente dos combates pela liberdade e pela democracia antes de Abril e depois de Abril».
Para todos os que estiveram em 1973, em Bad Munstereiffel, uma pequena localidade nos arredores de Bona, na ex-República Federal Alemã, Almeida Santos reservou «uma palavra de profundo agradecimento para todos os meus camaradas que há 25 anos iniciaram esta família maravilhosa que eu muito me orgulho, que é o Partido Socialista».
Sobre o programa comemorativo, Almeida Santos salientou a importância de revalorizar os temas do socialismo, da democracia e da liberdade. «Os regimes democráticos são os mais difíceis de conseguir e manter, mas fora da democracia não há dignidade humana, não há liberdade, não há felicidade, não há solução para problemas sociais», referiu.
Recordando um pouco da história recente do PS, Almeida Santos disse que foi «este meu partido que esteve na defesa das liberdades antes de Abril e na defesa delas depois de Abril, foi também o partido, que conseguiu estruturar o actual Estado de Direito, em moldes que não envergonham Portugal, pelo contrário, são hoje considerados um paradigma para as democracias mais estabilizadas e mais avançadas».
Foi o PS, recorda, quem liderou as principais revisões da Constituição de 1976, que transformaram a nossa lei fundamental «numa das mais modernas das democracias actuais». Foi o PS, acrescenta, que «teve a visão de que a época colonial tinha acabado, que a guerra colonial era um erro e que era preciso reestruturar o nosso país segundo um novo desígnio - um desígnio europeu -, pelo que criámos as condições para sermos admitidos na então Comunidade Económica Europeia, e agora para sermos admitidos no grupo líder da nova União Europeia».
Para Almeida Santos, Portugal é «um país de vanguarda, cujos dados macro-económicos nos colocam acima da média Europeia» e tudo isso, acrescenta, «conseguido, pela inteligência socialista, pela fé socialista, pela crença nas ideias do socialismo democrático, necessariamente do socialismo em liberdade, que é o nosso socialismo».
Por isso, Almeida Santos, se mostrou tão indignado com as acusações produzidas por Marcelo Rebelo de Sousa, no encerramento do Congresso do passado fim-de-semana.
«Custa muito ver e ouvir criticar o PS pela esquerda e sobretudo por Rebelo de Sousa quando classificou o Partido Socialista, como o mais reaccionário de todos os partidos do arco-íris político de Portugal desde Abril», disse, acrescentando que «são estes exageros que matam os políticos», disse, acrescentando que «são estes exageros que derrotam os políticos, por se colocarem tão longe da realidade e tão longe da verdade, que não têm credibilidade - ou perdem-na se alguma vez a tiveram».
Por seu turno, o camarada António José Seguro, coordenador da Comissão Política Permanente, apresentou o programa comemorativo dos 25 anos do Partido.
Sob o signo «PS: 25 anos no Coração de Portugal», as comemorações que se irão prolongar por todo o ano de 1998, envolvem um conjunto diversificado de acontecimentos cujo objectivo é aprofundar o debate com a sociedade civil e dar a conhecer a história do Partido Socialista às gerações mais novas.
Falando após a intervenção de Almeida Santos, presidente do Partido, António José Seguro começou por expressar em nome do Secretariado Nacional do Partido Socialista, «a nossa admiração, a nossa gratidão e a nossa homenagem aos fundadores do Partido Socialista, aqui tão bem representados pelo António Reis e pelo Alberto Arons de Carvalho», que foi o primeiro líder da Juventude Socialista.
Um ponto alto das comemorações irá acontecer já no próximo sábado, dia 25 de Abril. Será um momento de grande confraternização entre toda a família socialista na FIL, onde se irá realizar um megajantar, pelas 20 horas, com a participação de 7 mil militantes, em que usarão da palavra os camaradas António Guterres e Mário Soares.
Antes do jantar, pelas 18 horas, será inaugurada no átrio principal da sede nacional, no Largo do Rato, uma placa com os nomes dos 111 camaradas que fundaram o Partido Socialista.
Ainda no decorrer desta semana será lançada uma medalha comemorativa que tem escritas a palavras, «solidariedade, justiça e liberdade». Três palavras que «simbolizam muito do que representa a nossa própria história de 25 anos», afirmou António José Seguro.
Em Maio, iniciar-se-á um ciclo de 16 conferências denominadas «Perspectivas para o século XXI». Trata-se de um conjunto de conferências a realizar por todo o País, com o objectivo, não só de assinalar as comemorações dos 25 anos do Partido Socialista mas, sobretudo, de ser «um momento de debate de aprofundamento das nossas raízes dos nossos valores, e de se adequar às realidades cada vez sempre novas na sociedade portuguesa».
Outra das iniciativas previstas é a realização de uma Universidade de Verão, abordando a questão do «Socialismo e a sua relação com o século XXI». Paralelamente, está a ser preparada uma exposição sobre os 25 anos do PS que será inaugurada, juntamente com a realização do Congresso Nacional, fazendo depois um percurso pelas principais cidades de Portugal.
«O nosso camarada e fundador António Reis, referiu António José Seguro, está a escrever a história do Partido Socialista, que irá ter diversos suportes, nomeadamente em livro, em vídeo e em banda desenhada para que assim se possa explicá-la aos mais novos.»
Ainda neste âmbito, o Partido Socialista começou a recuperar o seu arquivo que irá dar lugar à criação do Museu do Partido Socialista. Ainda sem data definida para a sua inauguração, o Museu do Partido Socialista irá ser um espaço importante de divulgação do vasto e valioso património documental do PS. Para isso conta-se também com a colaboração dos militantes, em termos de contributos de obras literárias, de fotografias e de outros materiais.
Nesse sentido serão lançados concursos de fotografia, serigrafia e obras literárias sobre a «família socialista», que irão fazer parte do futuro Museu.
Ao longo do ano estão ainda previstas diversas manifestações de carácter regional e local que serão lançadas por todas as estruturas do Partido Socialista.
Foi também lançada, esta semana, sob o lema «No ano dos 25 anos traga um amigo para o PS», uma campanha de adesões ao Partido Socialista, anunciou o coordenador da Comissão Política Permanente. Paralelamente será lançada uma campanha de cartazes comemorativos dos 25 anos do Partido Socialista. Os cartazes «25 anos no coração de Portugal» contêm, além da frase, a imagem de uma jovem com uma rosa.
Recorde-se que as comemorações dos 25 anos do Partido Socialista iniciaram-se na passada quinta-feira, com a passagem de «um tempo de antena» na RTP1 sobre a história do PS e que contou com uma intervenção de António Guterres.
No sábado, dia 18, a noite foi dedicada à juventude com a realização de um concerto pelos Delfins, no Pavilhão Carlos Lopes, que reuniu alguns milhares de jovens. No domingo, além da já referida apresentação pública do programa comemorativo na Sede Nacional, decorreu no Porto um jantar comemorativo da fundação do PS que reuniu destacados militantes do Partido.
(JMV)
PS - 25 anos
António José Seguro, coordenador da Comissão Política Permanente, apresentou no dia 19, dia da fundação do Partido Socialista em Bad Munstereiffel, o programa comemorativo dos 25 anos do Partido.
Sob o signo «PS: 25 anos no Coração de Portugal», as comemorações que se irão prolongar por todo o ano de 1998, envolvem um conjunto diversificado de acontecimentos cujo objectivo é aprofundar o debate com a sociedade civil e dar a conhecer a história do Partido Socialista às gerações mais novas.
Um ponto alto das comemorações irá acontecer já no próximo sábado, dia 25 de Abril. Será um momento de grande confraternização entre toda a família socialista na FIL, onde se irá realizar um megajantar, pelas 20 horas, com a participação de 7 mil militantes, em que usarão da palavra os camaradas António Guterres e Mário Soares.
Antes do jantar, pelas 18 horas, será inaugurada no átrio principal da sede nacional, no Largo do Rato, uma placa com os nomes dos 111 camaradas que fundaram o Partido Socialista.
Em Maio, iniciar-se-á um ciclo de 16 conferências denominadas «Perspectivas para o século XXI». Trata-se de um conjunto de conferências a realizar por todo o País, com o objectivo, não só de assinalar as comemorações dos 25 anos do Partido Socialista mas, sobretudo, de ser «um momento de debate de aprofundamento das nossas raízes dos nossos valores, e de se adequar às realidades cada vez sempre novas na sociedade portuguesa».
Outra das iniciativas previstas é a realização de uma Universidade de Verão, abordando a questão do socialismo no futuro do século. Paralelamente, está a ser preparada uma exposição sobre 25 anos do PS que será inaugurada, juntamente com a realização do Congresso Nacional, fazendo depois um percurso pelas principais cidades de Portugal.
«O nosso camarada e fundador António Reis, referiu António José Seguro, está a escrever a história do Partido Socialista, que irá ter diversos suportes, nomeadamente em livro, em vídeo e em banda desenhada para que assim se possa explicá-la aos mais novos.»
Os autarcas socialistas dos Açores defenderam no dia 18 que o Governo Regional deve organizar grupos de trabalho com o objectivo de propor um novo figurino de transferência de competências para as Câmaras Municipais das ilhas.
Martins Mota, que falava em Ponta Delgada no final do I Encontro de Autarcas do PS/Açores, considerou que só se justifica a transferência de competência se for acompanhada dos respectivos suportes financeiros.
Segundo disse, os grupos de trabalho terão de funcionar em cooperação com a Associação de Municípios da Região Autónoma dos Açores (AMRAA) para que as propostas sejam apresentadas à Assembleia Regional «em tempo útil».
Os autarcas do PS defenderam, também, o reforço da dotação de meios financeiros para os municípios açorianos, no âmbito da alteração da Lei de Finanças Locais e do incremento da cooperação financeira indirecta.
Para satisfazer as necessidades das populações, ao nível da qualidade de vida e do bem-estar, é necessário que sejam introduzidos critérios de bonificação ou incentivos às candidaturas de projectos comunitários de protecção ambiental, sustentou Martins Mota.
O presidente da Associação Nacional dos Municípios Portugueses (ANMP), Mário de Almeida, defendeu, por seu turno, a necessidade de aliviar os presidentes de Câmara da carga burocrática inerente ao cargo, de forma a poderem responder com maior eficácia às solicitações dos munícipes.
A Comissão Política Regional do PS/Algarve decidiu marcar para o dia 6 de Junho, em Faro, a realização do seu Congresso Regional.
A eleição do presidente da Federação, dos delegados ao Congresso e das Comissões Políticas Concelhias decorrerá no dia 8 de Maio.
Na reunião da Comissão Política Regional do PS/Algarve do dia 3 foi também eleita a Comissão Organizadora do Congresso (COC).
Integram a COC os camaradas Paulo Neves, José Raimundo, Ricardo Costa, José Luís Domingos, Fernando Anastácio e Abílio Lima.
O PS/Algarve aprovou ainda por unanimidade uma moção em que manifesta a sua «inequívoca defesa» da criação, no âmbito da Universidade do Algarve, de um curso de Medicina, e uma outra moção, na qual se refere que a aprovação pela Assembleia da República do mapa das Regiões e a perspectiva de realização de um referendo sobre a institucionalização em concreto das Regiões no continente «vem colocar na ordem do dia a premência e oportunidade da "Festa pela Regionalização"».
Na moção, o PS/Algarve «volta a sublinhar a importância do envolvimento das diversas forças políticas na região, entidades representativas da sociedade civil, autarquias locais e autarcas, nesta iniciativa, pelo que o Secretariado Federativo foi incumbido de retomar aos contactos e iniciativas necessários à concretização desta acção em favor da regionalização».
O jovem socialista Paulo Arsénio, 26 anos e um defensor de António Saleiro, que se demitiu de governador civil de Beja na sequência das notícias publicadas pelo jornal «Público», é desde o dia 18 o novo responsável pela JS/Beja.
A eleição de Arsénio decorreu sem dificuldades, principalmente depois de Daniel Tainha, o seu único adversário, ter retirado a candidatura.
Entretanto, a candidatura RXXI, num comunicado assinado por Daniel Tainha, anunciou que irá formular um pedido de impugnação da VIII Convenção Federativa da JS/Baixo Alentejo.
Na origem da impugnação está o facto de, segundo a candidatura RXXI, os militantes da JS de Pias e Beja não terem sido eleitos, logo «não tinham legitimidade para votarem e serem eleitos».
Consequentemente, refere o comunicado, «o nosso camarada Paulo Arsénio, militante da JS/Beja, não tinha legitimidade nem legalidade para ser eleito secretário-coordenador».
A Comissão Política da Federação Distrital de Bragança do PS, reunida no dia 14 em Macedo de Cavaleiros, decidiu marcar o Congresso da Federação Distrital de Bragança para o próximo dia 7 de Junho na cidade de Bragança.
Na reunião foi ainda eleita a Comissão Organizadora do Congresso (COC), que integra os camaradas Luís Vaz (presidente), Fernando Calado, Fernando Paula, Goreti Monteiro e Júlio Seixas.
Os presidentes de 17 Concelhias são os subscritores de um apelo a Ricardo Castanheira para que continue como presidente da JS/Coimbra.
O apelo tendo em vista as eleições para a Distrital de Coimbra da JS, surge na sequência de um jantar realizado em Coimbra, no dia 24 de Janeiro, em que marcaram presença a esmagadora maioria dos presidentes das Concelhias do distrito, bem como os membros do Secretariado Distrital.
Assim, face à necessária marcação da convenção distrital e perante a eventual indisponibilidade manifestada pelo actual presidente da JS/Coimbra, os subscritores do apelo referem que sob a liderança de Ricardo Castanheira «a JS/Coimbra conquistou, no panorama político distrital uma força, uma dinâmica, uma representatividade e uma respeitabilidade nunca antes alcançadas».
«O seu contributo enquanto líder representa para nós uma mais-valia, quer pela sua capacidade pessoal quer pela posição que conquistou, tanto dentro como fora da JS, nomeadamente através da sua acção enquanto deputado», sublinham ainda.
Henrique Troncho anunciou no dia 15 a sua recandidatura à presidência da Federação Distrital de Évora do PS, apresentando como apoiantes, entre outros, Vítor Martelo, Carlos Zorrinho, Capoulas Santos, Domingos Cordeiro, Norberto Patinho e Santinha Lopes.
Com a apresentação da moção «Alentejo: Mais PS, Mais Desenvolvimento», Henrique Troncho abriu caminho para uma corrida eleitoral tranquila - conta com o apoio de todas as figuras do partido -, em que promete contribuir para o «crescimento do partido» e para o «desenvolvimento sustentado» do Alentejo.
O Ministério da Cultura iniciou os trabalhos preparatórios de uma nova Lei do Património Cultural a partir dos quais foi possível elaborar um primeiro documento designado «Relatório Intercalar».
Ciente da necessidade de promover a reflexão e discussão em torno das suas ideias básicas, a Secção da Acção Sectorial da Cultura da FAUL vai realizar no próximo dia 29 um debate sobre «Que lei para o património cultural?».
O debate que decorrerá no Hotel Altis, com início às 21H30, será moderado pelo camarada Fernando Pereira Marques, e contará com a participação de Paulo Pereira, vice-presidente do IPPAR; Elísio Summavielle, historiador; Fernando António Batista Pereira, historiador; Luís Raposo, director do Museu Nacional de Arqueologia; e Pedro Brandão, da direcção da Associação dos Arquitectos Portugueses.
O presidente do PS/Madeira, Mota Torres, criticou no dia 14 o clima de «impunidade» que se vive na Região, citando a propósito os casos de pedofilia.
Mota Torres, que falava na tomada de posse da nova direcção da concelhia funchalense do PS, presidida pelo deputado da JS Jacinto Serrão, afirmou que as «pessoas de bem querem andar na rua de cabeça levantada», já que a actual situação «deixa todos os madeirenses sob suspeita».
Por isso, é necessário que se esclareça «quem é quem em termos de abuso sexual de menores e de pedofilia», referiu.
«O poder judicial que investigue, pois continua tudo na maior impunidade, não sei se em nome do segredo de justiça ou se em nome do segredo do poder», exclamou o dirigente socialista.
No passado dia 16, o camarada Narciso Miranda que se recandidata à presidência do PS/Porto sob o lema de «um PS forte e vencedor», recebeu na sede da Federação Distrital do Porto uma delegação de militantes que lhe fizeram a entrega de uma lista com 600 assinaturas de apoio à sua recandidatura de todos os concelhos do distrito.
De salientar que a entrega foi feita por um grupo de militantes que, há dois anos, estavam ao lado do camarada Manuel dos Santos.
«Um esforço de unidade para as lutas que o partido vai enfrentar nos próximos anos», foi a justificação apresentada pelo grupo de militantes que apoia a candidatura de Narciso Miranda, tal como o camarada Manuel dos Santos que, aliás, foi um dos socialistas convidados para participar na elaboração da moção que o camarada Narciso Miranda vai apresentar no Congresso Distrital, que se realizará nos dias 8 e 9 de Maio.
Entretanto, no dia 14, numa reunião realizada na Federação do Porto, todos os secretários-coordenadores do concelho da Maia, bem como o presidente e executivo da Comissão Política Concelhia da Maia decidiram, por unanimidade, apoiar a recandidatura do camarada Narciso Miranda.
No passado dia 19, o PS/Porto promoveu o lançamento de uma serigrafia, da autoria do escultor José Rodrigues, e de uma medalha, da autoria do escultor Laureano Ribatua, alusiva à comemoração dos 25 anos do PS.
O lançamento destas obras decorreu durante um jantar realizado numa unidade hoteleira da Cidade Invicta, que contou com a presença dos mais antigos militantes do partido, de dirigentes e simpatizantes.
Francisco Esteves foi eleito presidente da Comissão Política da JS/Vila Real, na III Convenção Distrital da Juventude Socialista, com a moção «Por uma juventude de futuro».
O novo presidente da estrutura distrital dos jovens socialistas disse à Agência Lusa que pretende «levantar uma JS que esteve esquecida durante seis anos e que está completamente desmobilizada».
Segundo Francisco Esteves, «é preciso levantar a Juventude Socialista do distrito porque os núcleos concelhios foram completamente esquecidos nos últimos seis anos pela estrutura distrital».
Francisco Esteves referiu que a federação vai apostar
no desenvolvimento turístico da região, na divulgação
da JS através de uma página na Internet e a educação
vai também ser uma forte aposta.