PS EM MOVIMENTO

GENTE QUE FAZ
CANDIDATOS DO PS À PRESIDÊNCIA DAS CÂMARAS MUNICIPAIS


AÇORES - REGIÃO AUTÓNOMA
Angra do Heroismo Sérgio Ávila 
Calheta António Vitorino Silveira 
St. Cruz Graciosa José Nascimento Ávila 
Velas Manuel Silvestre 
Praia da Vitoria Luis Filipe Moniz 
Corvo Manuel Oscar Rocha 
Horta Renato Leal 
Lages das Flores José António Ávila 
Lages do Pico Fernando Cardoso 
Madalena Manuel Cordeiro 
St. Cruz das Flores Manuel Serpa 
S. Roque do Pico Rodolfo Manuel Ribeiro 
Lagoa Luis Mota 
Nordeste António Raposo 
Ponta Delgada Oliveira Melo 
Povoação Carlos Ávila 
Ribeira Grande Ricardo Silva 
Vila Franca do Campo Lucindo Couto 
Vila do Porto Alberto Silva Costa 


AVEIRO
Agueda Gil Nadais 
Albergaria a Velha Adelino Santiago 
Anadia Marcelino Rasga Ferreira 
Arouca Armando Zola 
Aveiro Alberto Souto de Miranda 
Castelo de Paiva Joaquim Quintas 
Espinho José Mota 
Estarreja Vladimiro Silva 
Feira António Cardoso 
Ilhavo Humberto Rocha 
Mealhada Rui Marqueiro 
Murtosa Artur Marques 
Oliveira de Azemeis Manuel Valente 
Oliveira do Bairro Rui Barqueiro 
Ovar Armando Alves 
S. João da Madeira Josiadas Teixeira Costa 
Sever do Vouga Manuel Soares 
Vagos Óscar Manuel Gaspar 
Vale de Cambra José Moreira da Costa 


BEJA
Aljustrel António Guerreiro 
Almodôvar Manuel Ribeiro 
Alvito Manuel Sousa 
Barrancos José Carlos Durão 
Beja Agostinho Moleiro 
Castro Verde Arlindo Costa 
Cuba Francisco Orelha 
Ferreira do Alentejo Luís Ameixa 
Mértola Mário Martins 
Moura Manuel Mestre 
Odemira António Camilo 
Ourique António Afonso 
Serpa António Silva Fernandes 
Vidigueira António Mendonça 


BRAGA
Amares José Lopes Barbosa 
Barcelos João Macedo Lourenço 
Braga Francisco Mesquita Machado 
Cabeceiras de Basto Joaquim Barreto 
Celorico de Basto Fernando Albino Freitas 
Esposende Tito Alfredo Evangelista e Sá 
Fafe José Manuel Ribeiro 
Guimarães António Magalhães Silva 
Póvoa do Lanhoso João Manuel Faria 
Terras de Bouro Luís António Teixeira 
Vieira do Minho Manuel Travessa Matos 
Vila Nova de Famalicão Agostinho Fernandes 
Vila Verde Martinho Gonçalves 


BRAGANÇA
Alfândega da Fé Manuel Cunha e Silva 
Bragança Luís Mina 
Carrazeda Ansiães Ricardo Pereira 
Freixo Espada Cinta António Alberto Madeira 
Macedo Cavaleiros Manuel Luís Vaz 
Miranda do Douro Humberto Meirinhos 
Mirandela Adérito Pires 
Mogadouro Francisco Pires 
Torre Moncorvo Fernando Aires Ferreira 
Vila Flor Artur Pimentel 
Vimioso José Miranda 
Vinhais José Taveira 


CASTELO BRANCO
Belmonte Germano Fernandes 
Castelo Branco Joaquim Mourão Dias 
Covilhã Carlos Casteleiro 
Fundão José Fortunato 
Idanha a Nova Bernardino Luís Cepeda 
Oleiros Henriques Mendes 
Penamacor José Gonçalves 
Proença a Nova Mário Teodoro Fernandes 
Sertã Adelino dos Reis e Moura 
Vila de Rei João Campino 
V. Velha de Rodão Nicolau Eduardo 


COIMBRA
Arganil Rui Silva 
Cantanhede Rui Crisóstomo 
Coimbra Manuel Machado 
Condeixa a Nova Jorge Bento 
Figueira da Foz Carlos Beja 
Gois José Cabeças 
Lousã Horácio Antunes 
Mira João Reigota 
Miranda do Corvo Jorge Manuel Cosme 
Montemor-o-Velho José Antunes 
Oliveira do Hospital Lusitano Martins Santos 
Pampilhosa Serra José Augusto Almeida 
Penacova Manuel Pereira 
Penela Leonel Bacalhau 
Soure Firmino Ramalho 
Tábua Francisco Portela 
Vila Nova de Poiares Marino Dias da Silva 


ÉVORA
Alandroal João Martins Nabais 
Arraiolos António Paulo Campos 
Borba Mário Joaquim Deus 
Estremoz Alberto Ribeiro 
Évora José Ernesto D'Oliveira 
Montemor-o-Novo Paulo Xavier 
Mora António Ticão 
Mourão Santinha Lopes 
Portel Norberto Patinho 
Redondo Joaquim João Beira 
Reguengos Monsaraz Victor Manuel Barão 
Vendas Novas José Santos Medeiros 
Viana do Alentejo Maria. Gabriela Figueira 
Vila Viçosa Fernando Paixão 


FARO
Albufeira Arsénio Catuna 
Alcoutim Manuel Afonso 
Aljezur Lubélio Ventura 
Castro Marim José Guilherme Anacleto 
Faro Luís Manuel Coelho 
Lagoa Luís Veríssimo 
Lagos Carlos Matos 
Loulé Joaquim Vairinhos 
Monchique Carlos Tuta 
Olhão Francisco Leal 
Portimão Nuno Mergulhão 
São Brás Alportel José Sousa Pires
Silves João José Ferreira 
Tavira José Pires Baia 
Vila do Bispo José Boaventura 
Vila R. S. António António Murta 


GUARDA
Aguiar da Beira Carlos Paixão 
Almeida Victor Santos 
Celorico da Beira Júlio Santos 
Fig. Cast. Rodrigo Fernando Bordalo 
Forno de Algodres Carlos Costa 
Gouveia António Pacheco 
Guarda Maria Almeida Borges 
Manteigas António Batista 
Meda José Sousa 
Pinhel António Cavalheiro 
Sabugal José Santos Freire 
Seia Eduardo Brito 
Trancoso Amilcar Salvador 
V.N.Foz Côa José Melhorado 


LEIRIA
Alcobaça Miguel Ferreira Guerra 
Alvaiazere Fernando Manuel Simões 
Ansião José Miguel Medeiros 
Batalha Fernando Correia 
Bombarral João Hipólito 
Caldas Rainha Delfim Azevedo 
Castanheira Pera Pedro Barjona 
Figueiró Vinhos Fernando Manata 
Leiria Raul Castro 
Marinha Grande Álvaro Órfão 
Nazaré Luís Monterroso 
Óbidos José Pereira Júnior 
Pedrogão Grande Mário Fernandes 
Peniche Jorge Manuel Gonçalves 
Pombal Joaquim Guardado 
Porto de Mós Ana Paula Noivo 


LISBOA
Alenquer Álvaro Pedro 
Amadora Joaquim Raposo 
Arruda dos Vinhos Jorge Vassalo Oliveira 
Azambuja João Benavente 
Cadaval Valentim Matias 
Cascais José Luís Judas 
Lisboa João Soares 
Loures António Menezes Rodrigues 
Lourinhã José Dias Custódio 
Mafra Augusto Gomes 
Oeiras Elisa Damião 
Sintra Edite Estrela 
Sobral Monte Agraço Carlos Bernardes 
Torres Vedras Jacinto Leandro 
Vila Franca de Xira Maria Luz Rosinha 


MADEIRA - REGIÃO AUTÓNOMA
Calheta Manuel Vieira Sousa 
Câmara Lobos Paulo Ferraz 
Funchal Mota Torres 
Machico Bernardo Martins 
Ponta do Sol José Coelho 
Porto Moniz João Câmara 
Porto Santo José Mendonça 
Ribeira Brava Rui Rodrigues 
Santa Cruz Gil França 
Santana Vítor Freitas 
São Vicente José Caldeira 


PORTALEGRE
Alter do Chão António Martins 
Arronches Gil Romão 
Avis Rui Henriques 
Campo Maior João Manuel Borrica 
Castelo de Vide Joaquim Canário 
Crato Correia da Luz 
Elvas José Rondão Almeida 
Fronteira João Semedo 
Gavião Jorge Martins de Jesus 
Marvão Manuel Bogalho 
Monforte António Canoa 
Nisa Arménio Morais 
Ponte de Sôr João Taveira Pinto 
Portalegre Amilcar Santos 
Sousel Emílio Sabido 


PORTO
Amarante Armindo Abreu 
Baião José Manuel Sousa 
Felgueiras Maria de Fátima Oliveira 
Gondomar Pedro Batista 
Lousada Jorge Magalhães 
Maia Manuel dos Santos 
Marco Canaveses Ismael Cardoso 
Matosinhos Narciso Miranda 
Paços de Ferreira Sérgio Carlos Silva 
Paredes Renato Guerra 
Penafiel Agostinho Gonçalves 
Porto Fernando Gomes 
Póvoa de Varzim Fernando Gil da Costa 
Santo Tirso Joaquim Couto 
Valongo Manuel Lino 
Vila do Conde Mário Almeida 
V. N. Gaia Heitor Carvalheiras 


SANTARÉM
Abrantes Nelson Carvalho 
Alcanena Luís Azevedo 
Almeirim José Joaquim Gomes 
Alpiarça Joaquim Rosa do Céu 
Benavente Artur Saraiva 
Cartaxo José Rodrigues 
Chamusca Fernando Pratas 
Constância José Farinha da Costa 
Coruche Osvaldo Neves 
Entroncamento José Pereira Cunha 
Ferreira do Zêzere António Pereira 
Golegã José Veiga Maltês 
Mação  Jorge Manuel Silva 
Rio Maior Silvino Sequeira 
Salvaterra de Magos José Gameiro Santos 
Santarém José Miguel Noras 
Sardoal José Maria Campos 
Tomar António Alexandre 
Torres Novas António Rodrigues 
Vila Nova da Barquinha Miguel Pombeiro 
Ourem Paulo Alexandre Fonseca 


SETÚBAL
Alcácer do Sal Duarte Faria 
Alcochete António Dias Maduro 
Almada José Manuel Torres Couto 
Barreiro José Miguel da Silva 
Grândola Joaquim Ventura Leite 
Moita José Manuel Epifânio 
Montijo Maria Amélia Antunes 
Palmela Edgar Costa 
Santiago do Cacem Maria Dulce Almeida 
Seixal Rui Oliveira e Costa 
Sesimbra Amadeu José Penin 
Setúbal Mata Caceres 
Sines José Carlos Guinot 


VIANA DO CASTELO
Arcos de Valdevez  Nogueira de Sousa 
Caminha Valdemar Augusto Patrício 
Melgaço  António Esteves Solheiro 
Monção  José Emílio Moreira 
Paredes de Coura  António Pereira Júnior 
Ponte da Barca  António José Dias 
Ponte de Lima  Victor Martins Araújo 
Valença  Fernando Barbosa 
Viana do Castelo  Defensor Oliveira Moura 
V.N. Cerveira  José Carpinteiro 


VILA REAL
Alijó  Joaquim Alberto Cerca 
Boticas Américo Pereira Barroso 
Chaves Alexandre António Chaves 
Mesão Frio  Jorge Lopes 
Mondim de Basto  Henrique Prior 
Montalegre  Fernando Rodrigues 
Murça  Aníbal Alves Pereira 
Peso da Régua  Vítor Almeida 
Sabrosa Milciades Carvalho 
St. Marta Penaguião  Francisco Ribeiro 
Valpaços  Afonso Castro 
Vila P. Aguiar  Carlos Alberto Ambrósio 
Vila Real  Ascenso Simões 
Ribeira de Pena  João Avelino Carvalho 


VISEU
Armamar Arménio Teixeira Moreira 
Carregal do Sal Carlos Gomes 
Castro de Aire António Lopes 
Cinfães José Manuel Pinto 
Lamego José António Santos 
Mangualde António Barreiros 
Moimenta da Beira José Ferreira 
Mortágua Afonso Abrantes 
Nelas José Correias 
Oliveira de Frades Luís Ribeiro 
Penalva do Castelo Manuel Fernandes 
Penadono Maria Carvalho 
Resende António Leitão Borges 
St. Comba Dão Orlando Mendes 
S. João da Pesqueira Manuel Henriques Costa 
S. Pedro do Sul Manuel Bandeira Pinho 
Satão Acácio Santos Pinto 
Sernacelhe Carlos Lacerda 
Tabuaço João Ribeiro 
Tarouca Mário Ferreira 
Tondela Paulo Jorge Marques 
V. N. Paiva Carlos Fernando Pires 
Viseu José Manuel Oliveira 
Vouzela Paulo Figueiredo 


Almada
TORRES COUTO EM COLÓQUIO SOBRE RACISMO

O eurodeputado e candidato do PS à presidência da Câmara Municipal de Almada, Torres Couto, encerrará no dia 25 o colóquio subordinado ao tema «Vencer o racismo e a xenofobia - um desafio de todos», que decorrerá numa unidade hoteleira da Costa da Caparica.

O eurodeputado socialista José Apolinário e o alto-comissário para os Imigrantes e Minorias Étnicas, José Leitão, abrem de manhã os trabalhos do colóquio, seguindo-se um debate cruzado sobre «Os jovens e o racismo» moderado pela jornalista Helena Mendonça, que terá comentários e participação dos eurodeputados socialistas.

De tarde, estará em discussão um painel sobre «Políticas e medidas no combate ao racismo e à xenofobia», moderado pelo jornalista José Teles. Intervêm no painel Barros Moura, eurodeputado do PS; Alcinda Tolentino, presidente da Associação Cabo-Verdiana; Arnaldo Andrade, do Gabinete de Migrações da UGT; Fernando Ka, presidente da Associação Guineense; e Celeste Correia, deputada do PS.




Encontro/debate - Concelhia de Lisboa

MILITANTES CONTRA REESTRUTURAÇÕES SELVAGENS

Críticas dos militantes socialistas às reestruturações selvagens em algumas das empresas de capital maioritariamente público e ao défice de auscultação por parte do Governo aos militantes no que concerne à definição das políticas marcaram o encontro/debate promovido pela Comissão Política Concelhia de Lisboa do PS no dia 18, no Forum Telecom.

A iniciativa, subordinada ao tema «O papel dos militantes nas empresas, sua articulação com o Partido e o Governo», contou com as presenças, entre outros, do ministro-adjunto Jorge Coelho, da ministra para a Qualificação e o Emprego, Maria João Rodrigues, e do secretário-geral da UGT, João Proença.

O Forum Telecom foi pequeno para acolher as centenas de militantes socialistas de Lisboa que participaram activamente neste encontro/debate. Fiéis à tradição de um Partido aberto, onde a crítica construtiva faz parte do seu património e onde os «yes-men» não têm lugar, os governantes presentes em mais esta louvável iniciativa da Concelhia de Lisboa, ouviram intervenções fortemente críticas dos militantes, mas sempre tendo um traço comum: o apoio construtivo ao Governo.

Na sua intervenção, o secretário-geral da UGT, João Proença, alertou para o facto de o Governo não ouvir suficientemente os militantes na definição das suas políticas.

«À excepção de alguns ministros, como Jorge Coelho, que tem tido um papel excepcional, ao nível dos outros gabinetes ministeriais não há qualquer abertura para o diálogo com os militantes do partido organizados nas secções», disse.

No mesmo sentido, se pronunciaram diversos camaradas de empresas de capital maioritariamente público que teceram duras críticas a alguns gestores dessas empresas, nomeadamente, à forma como têm sido feitas algumas «reestruturações selvagens à custa do emprego das pessoas, mandando embora trabalhadores com mais de 50 anos».



O escândalo das horas extraordinárias não pagas

Respondendo às questões levantadas pela plateia, a ministra para a Qualificação e o Emprego, Maria João Rodrigues, depois de agradecer os contributos das intervenções para uma melhor avaliação da realidade e pelo «apoio crítico mas solidário», defendeu que qualquer processo de reestruturação deve «precaver o interesse das pessoas». E acrescentou: «Não queremos reestruturações selvagens.»

Quanto ao escândalo das horas extraordinárias não pagas na maioria do sector bancário e segurador, outra das questões levantadas pelos militantes, a ministra considerou que esta prática constitui «um abuso intolerável, impede a criação de empregos e cria problemas familiares».

Lembrou, a propósito, as acções levadas a cabo pela Inspecção-Geral do Trabalho (IGT), uma estrutura que, sublinhou, «tem de ser apoiada pelos trabalhadores», revelando que as pressões para que as acções da IGT parem «já começaram, inclusive sobre mim».

Para as empresas prevaricadores, adiantou ainda que «as coimas vão ser reactualizadas».



A noite das facas longas no PSD

Outro dos participantes nesta iniciativa da Concelhia de Lisboa, foi o ministro-adjunto Jorge Coelho que, depois de saudar esta estrutura do PS na pessoa do seu líder, o camarada Miguel Coelho, pelo «extraordinário trabalho» realizado, começou por salientar que as intervenções dos militantes só provam que na prática, afinal, os «boys» que se encontram nas empresas são ainda na sua esmagadora maioria de tonalidade laranja, aproveitando para criticar a ausência de gestores de empresas maioritariamente públicas no encontro/debate.

«Quantos gestores estão nesta sala?», perguntou.



Bem-vindo professor Cavaco

As próximas eleições autárquicas de 14 de Dezembro foram, como não podia deixar de ser, abordadas por Jorge Coelho na sua intervenção, em que alertou para o facto destas eleições serem determinantes «a nível local e nacional», ao mesmo tempo que tecia rasgados elogios à «obra notável» dos autarcas socialistas em muitas câmaras do País.

«Obra notável» que, sublinhou, contribuiu para a vitória do PS nas legislativas de 1995.

«Os portugueses perceberam que se os socialistas faziam bem nas câmaras também o faziam no País», disse.

Considerando que «a gestão autárquica comunista é um mito», o camarada Jorge Coelho disse que a anunciada derrota laranja nas autárquicas terá como consequência o surgimento em 14 de Dezembro da «noite das facas longas» no PSD.

Depois de passar em revista a «política com resultados» do Governo do PS, Jorge Coelho falou das «aparições» do ex-futuro? líder laranja. «Bem-vindo professor Cavaco, os portugueses ainda não se esqueceram do estado em que deixou o País», afirmou.

(JCCB)




Gondomar

PEDRO BAPTISTA - VOU SER UM PRESIDENTE A TEMPO INTEIRO

O deputado Pedro Baptista é o candidato do Partido Socialista à Câmara Municipal de Gondomar. O concelho de Gondomar, um dos maiores concelhos da área metropolitana do Porto, tem 170 mil habitantes e cerca de 130 mil eleitores, onde o PS tem, tal como o PSD, 4 vereadores.

Segundo Pedro Baptista, Gondomar divide-se em duas partes radicalmente opostas: o baixo concelho - que tem funcionado como dormitório do Porto - e o alto concelho - onde existem dois pólos de indústrias tradicionais importantíssimas, uma delas, a marcenaria, impõe-se pela qualidade e pela especificidade, outra, é a famosa filigrana.

Mas, Pedro Baptista pretende inverter esta situação, nomeadamente na parte baixa do concelho onde pretende criar centralidades, zonas de lazer, elementos de fixação, que alterem o actual estado de Gondomar - um dos concelhos fronteiros ao Porto com menor taxa de atracção, ou seja, em que a maioria das pessoas trabalham fora do concelho.

Relativamente à parte alta do concelho, também considerada a zona rural, Pedro Baptista reconhece a existência de profundas assimetrias sociais. Trata-se de uma área onde existe muitos casos de pobreza e exclusão social, mas é, simultaneamente, a zona de toda a área metropolitana que mais depósitos efectua na cidade do Porto. Por isso, Pedro Baptista entende que a autarquia deve ter, aqui, um papel fundamental que é o de procurar canalizar esta disponibilidade financeira, que tem ido para os depósitos, para a criação de emprego e para o desenvolvimento e criação de novas indústrias.

Uma das três ideias fortes da campanha de Pedro Baptista é a recuperação dos rios, principalmente a margem do rio Douro, através da criação de um plano de ordenamento da margem direita do rio. Este ordenamento permitirá e propiciará, segundo o candidato, o desenvolvimento de condições para o lazer a nível social, um grande incremento da indústria da hotelaria e restauração e a utilização do rio Douro, até à barragem, como grande pista de desportos náuticos não poluentes.

Tudo isto, refere, se insere nos projectos do Governo para a preservação ambiental de toda aquela zona e para a despoluição do Douro e, como tal, o investimento e a rentabilização desta margem deve ser feito com uma grande preocupação ambiental, articulando os interesses económicos e sociais com a preservação ecológica e ambiental.

A receptividade que tem sentido nos contactos directos mantidos com a população, nos últimos tempos, permitem a Pedro Baptista augurar um bom resultado. «Tenho uma profunda convicção de que vamos eleger os vereadores suficientes para termos a maioria na Câmara Municipal», afirma, mostrando-se convicto da vitória.

Segundo o candidato, Gondomar é um concelho profundamente socialista, que deu clara maioria ao António Guterres e ao Jorge Sampaio, mostrando-se claramente socialista. Em 1993, nas eleições municipais, o PS perdeu, apenas, por 900 votos.

No entanto, o deputado e candidato à Câmara Municipal reconhece que nestes últimos quatro anos tem havido uma evidente demagogia do actual presidente e que esta teve os seus efeitos. Sei, afirma, que o candidato do PSD tinha, há uns tempos atrás, vantagens em relação ao PS, mas sabendo que as convicções profundas do povo de Gondomar são socialistas, acredito que o Partido Socialista de Gondomar tem todas as possibilidades de reconquistar a autarquia.

Referindo-se à sua disponibilidade para exercer o cargo a que se candidata, Pedro Baptista adianta que vai suspender o seu mandato no Parlamento e dedicar-se inteiramente a Gondomar. «Vou ser um Presidente a tempo inteiro», garante, adiantando que não fará mais nada «a não ser aquilo que tenha interesse a esta tarefa que é a de romper o isolamento em que Gondomar tem estado e dar-lhe aquilo que merece, na medida em que o atraso de Gondomar não é consentâneo com as condições que tem para ser um concelho tão próspero como os outros da área metropolitana».

O candidato, que reside a escassos 50 metros de Gondomar, considera que «a área metropolitana do Porto é cada vez mais uma área interactiva em que as fronteiras concelhias são meras fronteiras administrativas, porque todos fazemos parte da mesma área metropolitana, em que as soluções de uns concelhos são também as soluções de outros». É por isso que Gondomar vai votar no Partido Socialista, porque vai perceber que tem toda a vantagem em ter um homem dedicado a Gondomar, que é socialista e que é apoiado pelos socialistas da área metropolitana do Porto, acrescenta.

As acessibilidades, os rios e o ensino superior são as três propostas básicas da campanha.

«As acessibilidades é, de longe, a medida mais importante, mas a que mais me apaixona é o aproveitamento do rio Douro», refere o candidato. E, adianta, que além destas três ideias referentes à qualificação territorial de Gondomar, há trabalhos que são essenciais como o saneamento básico, que foi praticamente parado pela actual gestão camarária, já que, frisa, «continuam a existir freguesias onde as condições de habitabilidade são menos que mínimas, e o mesmo se passa relativamente à habitação. Trabalhar na construção da habitação social, é outra das tarefas, porque Gondomar tem muitos problemas sociais, mas construir habitação com urbanização e com sociabilização, isto é, criar casas que não se transformem a curto prazo em guetos.

«Uma das minhas grandes preocupações e convicções», afirma Pedro Baptista, «é, não só, o apoio aos idosos, mas sobretudo em relação às crianças e aos jovens criar-lhes condições para que no futuro sintam que Gondomar está melhor».

(JMV)




ALGARVE
MANDATÁRIO REGIONAL

O PS/Algarve concluiu o processo de entrega das listas candidatas a todos os concelhos da Região, tendo como mandatário regional o camarada Luís Filipe Madeira, deputado, vice-presidente do Grupo Parlamentar e candidato à Assembleia Municipal de Loulé.




ANCEDE
ASSIS NA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATO

O dirigente nacional do PS Francisco Assis esteve presente no dia 19, domingo, em Acede (Baião), na apresentação da candidatura de Teixeira de Sousa à presidência da Câmara Municipal.



ENTRONCAMENTO
APRESENTAÇÃO DE CANDIDATO

No passado dia 15 o PS apresentou publicamente o seu candidato à Câmara Municipal do Entroncamento, António Alexandre.

A cerimónia decorreu no salão da Santa Casa da Misericórdia local e contou com as presenças de Jorge Coelho, dirigente nacional do PS, e Carlos Cunha, presidente da Federação Distrital do PS.

Apresentados com António Alexandre foram os outros camaradas que integram a lista à Câmara, bem como os candidatos à Assembleia Municipal e às Juntas de Freguesia.

Na sua intervenção, António Alexandre afirmou: «Pelo facto de ser candidato não corto agora o bigode, não passo a andar de gravata ou sem ela, a cumprimentar as pessoas que não cumprimentava, a ir às festas que não ia, ou deixar de frequentar os mesmos cafés que frequentava.»




FAUL
SITUAÇÃO METEOROLÓGICA

A Federação da Área Urbana de Lisboa (FAUL) realizou na passada terça-feira uma conferência de Imprensa sobre a situação meteorológica vivida no concelho de Lisboa e os inacreditáveis aproveitamentos políticos que foram feitos sobre esta situação.




FIGUEIRA DA FOZ
UM FIGUEIRENSE EMPRESTADO À POLÍTICA

«Não sou um político emprestado à Figueira, mas sim um figueirense emprestado à política.» A afirmação é do candidato do PS à presidência da Câmara da Figueira da Foz, Carlos Beja, no habitual almoço comemorativo da implantação da República, que reuniu mais de 300 participantes no restaurante «Teimoso».




LAMEGO
EX-CANDIDATO DO PSD NAS LISTAS DO PS

O número três da lista do Partido Socialista à Câmara de Lamego, encabeçada pelo camarada José António Santos, é o ex-candidato do PSD à autarquia nas eleições de 1993, Manuel da Conceição Joaquim.

Este ex-autarca do PSD integra agora lista do PS em terceiro lugar.

Em declarações à Agência Lusa, o candidato do PS disse que o aparecimento de um elemento ligado ao PSD nas listas socialistas «tem apenas um significado: há um desconcerto no PSD que lhe permite aglutinar à sua volta as mais importantes mais-valias, preferindo alguns nomes apoiar o PS».

Para Manuel Joaquim, por seu turno, as razões são de natureza política.

«Não me revejo na equipa que a concelhia do PSD apresentou para concorrer a estas eleições», disse, sublinhando que «Melchior Pereira (candidato laranja) e Amândio Fonseca (número dois do PSD) são pessoas que estão mais interessadas em defender os seus interesses que os interesses da sua terra».



MARINHA GRANDE
ELOGIOS À MAIORIA CAMARÁRIA

«A actual maioria (autárquica) avançou de forma significativa na resolução dos problemas do concelho», afirmou Telmo Ferreira Neto, mandatário da candidatura do PS, ao «Jornal da Marinha Grande».

Telmo Ferreira, empresário, 58 anos, refere na entrevista que «o apoio às listas do PS é uma aposta para o concelho», salientando que «é importante que a Marinha Grande entre no século XXI com uma Câmara, uma Junta de Freguesia de Vieira e uma Junta de Freguesia da Marinha Grande, formando uma grande equipa de progresso e modernização da nossa terra».

E acrescenta que «com a confiança dos eleitores marinhenses, os autarcas do PS farão da Marinha Grande um concelho com futuro, onde os nossos filhos gostarão de viver».




MONCHIQUE
APRESENTAÇÃO DAS LISTAS

A Comissão Política Concelhia do PS/Monchique realizou no passado dia 20 uma conferência de Imprensa destinada a divulgar as listas de candidatos socialistas à Câmara Municipal e Assembleia Municipal de Monchique e às Assembleias de Freguesia de Alferce, Marmelete e Monchique.

Depois da conferência que se realizou na sede do PS/Monchique, foi servido um Medronho de Honra.




PENAFIEL
JORGE COELHO CRITICA CAVACO

Os dirigentes nacionais do PS Jorge Coelho, Narciso Miranda e Francisco Assis estiveram presentes no passado domingo, dia 19, na sessão de apresentação do candidato do PS à Câmara Municipal de Penafiel, Agostinho Gonçalves.

Jorge Coelho, na sua intervenção, manifestou a sua «indignação» com as recentes declarações do «aparecido» professor Cavaco que, em declarações transcritas pelo «Jornal de Notícias» se referia à regionalização como um processo que aumenta o desemprego.

O dirigente do PS atacou «a lata» do antigo (futuro?) líder laranja que, durante uma década, «defendeu o centralismo».

Mais, «ele diz o mesmo que Marcelo e não sei se Marcelo o diz por medo dele».

Por seu turno, o camarada Narciso Miranda criticou a coligação de direita no Porto, sublinhando que o PSD está a utilizar a boa fé das pessoas para o posicionamento no partido pós-eleições.

Quanto ao candidato laranja/popular ao município do Porto, Narciso Miranda disse tratar-se de «um candidato que não se identifica com o PSD, PP ou com o poder militar. Ele anda só e triste».



PONTINHA
COMUNICADO DA SECÇÃO

A Secção do PS/Pontinha emitiu no dia 18 um comunicado no qual manifesta a sua satisfação pela inauguração da estação do Metro naquela zona da cidade.

No comunicado aos habitantes da Pontinha, esta dinâmica estrutura de base do PS «congratula-se por ter conseguido que o Metropolitano servisse os interesses dos habitantes da Pontinha».

O comunicado recorda que «a Secção do PS iniciou em 1989, com o apoio de todas as associações e colectividades da freguesia, as diligências necessárias para que este projecto se tornasse realidade».

«A partir de hoje (dia 18) os acessos a Lisboa vão ser menos penosos e demorados», referem os socialistas da Pontinha.




PÓVOA DE VARZIM
GIL DA COSTA À PRESIDÊNCIA

O dirigente nacional do PS Francisco Assis esteve presente no dia 19, domingo, na sessão pública de apresentação de Gil da Costa como candidato do PS à presidência da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim.




SANTARÉM
SAÚDE EM DEBATE

O tema «Saúde» esteve em debate no dia 22, no Hotel Alfageme. Integrado no ciclo «Encontros socialistas», o tema «Saúde» foi discutido e analisado pela ministra Maria de Belém e pelos candidatos do PS às eleições autárquicas no distrito de Santarém.




TUNES
SOCIALISTAS SERENOS E CONFIANTES

O líder do PS/Algarve, José Apolinário, disse no passado fim-de-semana, em Tunes, que o estado de espírito dos socialistas algarvios a dois meses das eleições autárquicas é de «serenidade e confiança».

O camarada José Apolinário falava durante a apresentação pública de Adelino Cerviz como candidato socialista à Freguesia de Tunes.

Freguesia que, recorde-se, foi criada em 1985 devido ao empenho deste candidato.




VILA FRANCA DE XIRA
MARIA DA LUZ ROSINHA NO MERCADO DE FORTE DA CASA

No âmbito dos contactos diários que vem efectuando com as forças vivas e a população em geral, a candidata do PS à presidência da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, Maria da Luz Rosinha, vai estar presente amanhã, sexta-feira, na sessão pública de apresentação dos candidatos socialistas à Assembleia de Freguesia de S. João dos Montes.

No sábado, dia 25, a camarada Maria da Luz Rosinha visitará o mercado de Forte da Casa e estará presente na apresentação dos candidatos do PS à Assembleia de Freguesia de Vila Franca de Xira.




VILA REAL
PS NA LINHA DA FRENTE

O PS de Vila Real foi o primeiro partido a apresentar as listas de candidatos às eleições para os órgãos autárquicos. Como já estava anunciado o candidato à presidência da câmara será Ascenso Simões, acompanhado nos primeiros quatro lugares da lista por Manuel Pimentel, director sub-regional da Segurança Social, Rui Santos, assessor da Reitoria da UTAD, e Manuel Moras, director do GAT de Mirandela.

O candidato a presidente da Assembleia Municipal é Seixas da Costa, secretário de Estado dos Assuntos Europeus.

Ao nível das Juntas de Freguesia o PS concorre com o maior número de candidatos de sempre.




VISEU
IDOSOS DO PS CONTRA DESIGUALDADES NA SAÚDE

O Departamento de Pessoas Idosas do PS/Viseu, num comunicado, considera que «o Governo do PS, no sector da saúde, tem o dever de reduzir as desigualdades sociais e continuar a bater-se por um sistema que aumente a igualdade no acesso com vista a melhorar os resultados. Deve fazê-lo com realismo e dentro dos meios disponíveis ao seu alcance».

Os Idosos do PS/Viseu lembram que «apesar da maioria dos indicadores revelarem melhoria dos níveis de saúde, os portugueses não se sentem satisfeitos com os cuidados a que têm acesso. Em geral, apreciam o Serviço Nacional de Saúde (SNS), introduzido pelo PS na sequência das transformações democráticas geradas pelo 25 de Abril, por cobrir toda a população e ser basicamente gratuito. Não o querem perder. Mas consideram que mais e melhor terá de ser feito».

Gostariam, entre outros aspectos, «de ter consultas de clínica geral no próprio dia e sem terem de se levantar cedo para o conseguir, nas consultas de especialidades com marcação mais fácil»; «de pagar menos pelos medicamentos, mas sentem que a intervenção terapêutica se torna cada vez mais cara e inacessível».

Gostariam, ainda, «de ser mais cortesmente informados e atendidos nos serviços, mas o que infelizmente verificam é que os serviços são um ente distante, burocrático, centralizado e algumas vezes autoritário».



Discriminação positiva

O principal problema do SNS reside, segundo os Idosos do PS/Viseu, «em não cumprir os objectivos de universalidade que lhe estão pressupostos».

Neste contexto, esta estrutura do PS considera que «há que combinar a universalidade de acesso, para os serviços de saúde pública e as prestações clínicas essenciais, com critérios de discriminação positiva, para beneficiar especificamente grupos de maior risco».

«Os cidadãos e os idosos sabem que o SNS esteve cronicamente partidarizado. Os cidadãos e os idosos sabem que o PSD ocupou a pasta da Saúde durante mais de dez anos e com maioria absoluta e se serviu do SNS para fins eleitorais, desperdiçando dinheiro e oportunidades para o aperfeiçoar», acusam os Idosos do PS/Viseu, sustentando que cabe agora ao PS no Governo «não cometer os mesmos erros e modernizar o SNS, corrigindo os erros do PSD».

Considerando que o balanço do SNS, criado em 1979 pelo PS, é «positivo», contribuindo para a melhoria dos níveis de saúde dos portugueses, esta estrutura do PS alerta, no entanto, para o facto de que «o modelo dá hoje sinais de fadiga e falta de ajustamento ao evoluir das necessidades», nomeadamente, «rigidez na gestão de recursos humanos, desajuste nas prioridades de investimento, falta de mecanismos consensuais para garantia da qualidade, e excessiva centralização administrativa».