Nuno Baltazar Mendes
A pouco menos de um ano da abertura oficial da Exposição Mundial de Lisboa 1998, os parlamentares socialistas mostram-se firmes na ideia de que o País está a ganhar, a pouco e pouco, a aposta que constitui o maior desafio assumido pelos portugueses neste fim de século, a Expo'98.
O deputado socialista Nuno Baltazar Mendes afirmou, durante a reunião plenária do Parlamento realizada no dia 22, que «a Expo é hoje um projecto nacional que os portugueses encaram com confiança».
Para o parlamentar do PS, um projecto como o da Exposição Mundial não pode ser encarado apenas numa perspectiva economicista, nem avaliado mediante uma insuficiente operação contabilística de dever e haver.
«Não inauguramos as dificuldades de um projecto com a grandeza da Expo, nem omitimos a verdade da sua situação económica-financeira, nem sequer adoptámos leituras douradas, que, no tempo em que eram feitas, mais não faziam que tentar iludir a verdadeira situação económico-financeira do projecto, a pretexto de pretensos equilíbrios aritméticos, que não passavam de meros exercícios virtuais. Quem não se lembra do famoso "custo zero"», referiu o deputado socialista, convidando a uma reflexão.
Segundo Nuno Baltazar Mendes, o Executivo que hoje governa o País não esconde que a Expo'98 tem custos e assume-os com verdade, rigor, transparência e clareza.
Lembrando que a Exposição Mundial de Lisboa será a última deste século e que tem por objectivo ser inaugurada no momento em que se comemoram 500 anos da chegada de Vasco da Gama à Índia, o parlamentar socialista mostra-se confiante na concretização desta meta e não deixou passar a oportunidade para sublinhar a ideia de que «a Exposição constitui um instrumento decisivo para um objectivo igualmente importante e determinante para Lisboa - a recuperação da área da cidade mais poluída, desgraçada e abandonada.»
Nuno Baltazar Mendes relevou o facto de que a capital de Portugal será, com a Exposição Mundial, dotada de um conjunto de infra-estruturas e de equipamentos de que estava necessitada, indo muito além dos benefícios directos e imediatos de um evento deste género.
«A Expo'98, para além da efeméride que vai constituir, é um projecto inovador de recuperação urbana de uma zona com cerca de 330 hectares», reafirmou o parlamentar socialista, para acrescentar de seguida que «onde antes havia ferro velho, poluição e refinarias, vão passar a existir entre cinco e seis mil árvores, áreas de lazer, equipamentos como o Oceanário, equipamentos desportivos e culturais, novas habitações, serviços, pequenas indústrias limpas e comércio.»
Apesar do empenho do Governo, do PS e do País na realização da Expo'98, Nuno Baltazar Mendes assegurou que este mega-acontecimento não faz esquecer outros investimentos importantes de norte a sul de Portugal, que deverão ser igualmente apoiados e incentivados pelo Executivo.
«Em todo o caso, é importante que algumas forças políticas entendam e assumam que o desenvolvimento regional está também intimamente ligado à regionalização», reiterou, categórico, o deputado do Grupo Parlamentar do Partido Socialista.
A terminar a sua intervenção, Nuno Baltazar Mendes disse que «os desafios assumem-se de forma positiva, com respostas claras, e não com interrogações de quem navega ao sabor dos ventos e em nome exclusivo dos interesses.».
(Maria João Rodrigues)
Faltam exactamente 358 dias para a abertura da mais participada Exposição Mundial que também é a última, no seu género, neste milénio.
Nos 330 hectares em transformação na zona oriental de Lisboa, 60 são ocupados pela Expo'98 propriamente dita. Em torno da Doca dos Olivais, a construção entra na recta final. Tudo porque no dia 22 de Maio de 1998, dia em que se comemoram 500 anos da chegada de Vasco da Gama à Índia, a Exposição Mundial de Lisboa deverá abrir as suas portas aos 15 milhões de pessoas que se espera visitem as instalações concebidas a rigor para informar, encantar e entreter.
A Expo'98 será a mais participada de sempre. Cento e trinta e cinco países e organizações participarão nesta festa em homenagem aos oceanos e, como sublinhou recentemente o comissário Mega Ferreira, o objectivo deste mega-acontecimento passa por fazer da Exposição Mundial de Lisboa também a melhor de sempre.
A olho nu já se podem ver as alterações sofridas por aquela que até há bem pouco tempo era a lixeira lisboeta por excelência. Encontram-se em construção edifícios monumentais, entre os quais cinco pavilhões temáticos.
Milhares de árvores e os arruamentos principais orientam, num fundo já verde, o caminho à beira-Tejo que leva à Expo ainda adormecida.
Velados pela imponência da bela arquitectura idealizada para a Exposição Mundial de Lisboa estão um sem fim de pormenores e tarefas simples desempenhadas por homens e máquinas que, no final, farão a grande diferença.
Ainda patentes permanecem os receios de que o último acontecimento cultural de grande envergadura para este milénio não abra as suas portas a tempo.
Todavia, os responsáveis pelas obras da Expo'98 estão confiantes no que respeita ao cumprimento dos prazos de execução.
Assim, Simonetta Luz Afonso, a comissária para o Pavilhão Português, diz que «estamos bem no calendário, no tempo e nos recursos».
O mesmo optimismo e idêntica confiança revela Luís Barbosa, o «controller» da Expo'98.
«Com todos os dados que tenho recolhido, quer pelas informações fornecidas pelo Parque Expo, quer pelo contacto directo, um-a-um, com os empreiteiros e fiscais-de-obra, não há nenhuma razão para que a Expo'98 não abra no dia 22 de Maio de 1998, com alguma margem de manobra», afirmou o «controller».
Quem tem, obviamente, uma palavra a dizer a este respeito é José Torres Campos, o comissário-geral da Exposição Mundial de Lisboa.
Torres Campos não considera os atrasos verificados preocupantes e manifesta convicção na ideia de que tudo estará pronto a tempo e horas.
O comissário da Expo'98 empenha-se sempre em salientar o facto de estarmos perante um projecto que conjuga uma exposição mundial com a renovação urbana de uma parte importante da cidade que estava em estado lastimável, mas não deixa de lado a importância e o interesse nacional associado a uma iniciativa que demonstra que os portugueses são capazes de executar empreendimentos de alto nível quando se propõem tal tarefa.
Em matéria de dinheiros Torres Campos aponta 362 milhões de contos como a verba a ser despendida no final do projecto, mas recusa-se a chamar-lhe custos, pois segundo a opinião do comissário-geral da Exposição de Lisboa o dinheiro está a ser investido na criação de bens patrimoniais que na sua grande maioria não serão bens efémeros.
Quanto ao total das receitas previstas, Torres Campos avança uma cifra que ronda os 295 milhões de contos, não sem antes ressalvar que a contabilização destes números só poderá ser feita com rigor no ano de 2008.
Mas a Expo'98 não é só números, é
tudo isso e muito mais e se não vejamos...
«Os Oceanos, um Património para o Futuro» é o tema abordado na Exposição Mundial de Lisboa que deverá ser tratado nas vertentes científica, ecológica, lúdica e artística, valorizando os bens físicos e culturais oferecidos pelos mares e chamando a atenção para a sua conservação futura.
Todo o projecto da Expo'98 foi concebido em função desta
unidade temática e com perspectivas futuras, procurando criar o
sentido de responsabilidade face a gerações futuras nos visitantes
e participantes do evento.
Gil, assim se chama a mascote oficial da Expo'98. O nome faz recuar ao passado marítimo dos portugueses, tendo sido sugerido pelos alunos de uma escola de Barrancos.
Trata-se de uma figura simpática, alegre, irreverente e comunicativa que estará sempre presente no cenário da última exposição mundial do século XX.
A sua missão consiste em alertar a humanidade para os perigos da destruição dos mares e difundir, especialmente junto dos jovens, os objectivos da defesa do meio ambiente.
O Gil, que nasceu nos oceanos, é um personagem ecológico que simboliza a dimensão inovadora e universalista da Expo'98.
Mas as metáforas de formas e cores não se ficam por aqui.
Simbolizando o mar e o Sol, o logotipo oficial da Exposição Mundial de Lisboa 1998 é outro ponto de referência visual do mega-evento.
Concebido pelo director criativo de uma agência de publicidade,
Augusto Tavares Dias, o logotipo da Expo'98 foi escolhido, em 1993,
de entre 1.288 projectos apresentados por artistas nacionais e estrangeiros.
Situado na zona oriental de Lisboa, o recinto da Expo'98 tem aproximadamente
2 quilómetros de extensão na margem do rio Tejo, ficando
a 10 minutos do centro da capital lusitana, a 5 minutos do Aeroporto Internacional
e a outros cinco minutos do eixo das auto-estradas.
O recinto da Expo'98 estará aberto diariamente, de 22 de Maio
a 30 de Setembro de 1998, funcionando entre as 9 horas da manhã
e as 3 horas da madrugada, em dois períodos distintos: Expo-Dia
(das 10 às 20 horas), indicado para visitar os Pavilhões
Temáticos e Áreas Internacionais, e a Expo-Noite (das 20
às 3 horas), horários preenchidos com numerosos espectáculos,
grandes acontecimentos culturais e acções de animação,
gastronomia e comércio.
A Exposição Mundial de Lisboa será um grande fórum mundial de línguas e culturas, confirmando a vocação de Portugal para o diálogo com as diferentes nações e povos do Globo.
Concebidos pelo País anfitrião e dedicados a aspectos de carácter histórico, cultural, lúdico e científico, os cinco Pavilhões temáticos proporcionarão perspectivas «sui generis» e abordagens do tema dos oceanos, constituindo espaços fascinantes imprescindíveis de conhecer.
Assim o Pavilhão dos Oceanos ou Oceanário (Autor: Peter Chermayeff; Prazo de execução: 15/09/97; Investimento: 10.860.000 c.) é uma dos principais referências da Expo'98. Um tanque central com 32 metros de comprimento por 23 de largura e 7 de altura representará a globalidade dos oceanos.
Quatro outros tanques menores representarão habitats costeiros como os do Antárctico, do Recife de Coral do Índico, das Costas Rochosas do Pacífico e da Costa dos Açores, representando o Atlântico.
No seu conjunto, estas cinco zonas de exposição traduzem a fusão num oceano único, o Oceano Global.
O Pavilhão do Conhecimento dos Mares (Autor: Carrilho da Graça; Prazo de execução: 07/10/97; Investimento: 2.600.000 c.) mostrará qual foi o processo de análise e compreensão, de descoberta do oceano por parte do Homem, ao longo da História.
Logo à entrada deste recinto, o visitante será confrontado com a origem da vida na Terra, as lendas e os mitos relacionados com o mar e com as aventuras e desventuras do ser humano face ao elemento Água. Segue-se o percurso através dos sectores «sulcar», «investigar», «mergulhar», «explorar» e «avançar».
No Pavilhão de Portugal (Autor: Siza Vieira; Prazo de execução: 14/01/98; Investimento: 4.530.000 c.), o tema geral é o contributo português para a descoberta e conquista dos oceanos, das origens até ao fim do milénio, numa óptica universalista.
Três ideias-chave serão concretizadas neste Pavilhão, através de três núcleos distintos com recurso à tecnologia multimedia: sonhos, mitos e realidades, os construtores dos oceanos, e os inventores do futuro
Modificar a percepção que habitualmente se tem do oceano, com uma visão nova da ciência e dos requisitos para a sua conservação é o principal objectivo do Pavilhão do Futuro (Autores: Paula Santos, Rui Ramos e Miguel Guedes; Prazo de execução: 10/12/97; Investimento: 1.980.000 c.).
O visitante deste magnífico edifício será colocado no papel de espectador, de observador e descobridor do oceano. Depois virá o «Passeio ao Azul Profundo», nada mais e nada menos do que uma descida mágica e inesquecível até às zonas abissais do oceano, partindo das zona costeira.
«Rumo ao Futuro» fará a síntese de toda a mensagem do Pavilhão: uma Terra, um Oceano, uma só Vida.
E, «last but not the least», chegamos ao Pavilhão da Utopia ou Multiusos (Autores: Regino Cruz/Skidmore, Owings & Merril; Prazo de execução: 29/12/97; Investimento: 8.400.000 c.).
Este recinto apresentará o oceano como estimulador da imaginação humana, através de um mega-espectáculo multimédia, com quatro sessões diárias e 10 mil espectadores por sessão.
«Oceanos & Utopias» é o título do espectáculo multidisciplinar que pretende, fantasticamente, reequacionar os grandes mitos oceânicos.
A «peça» dura 25 minutos, tempo necessário
para que o espectador seja transportado do «Big Bang», do dia
em que nasceu o oceano, às grandes conquistas, à Atlântida
até ao admirável mundo novo.
Próximas dos Pavilhões Temáticos e sensivelmente à mesma distância da Porta Norte e da Porta Sul do recinto da Expo'98, encontram-se as duas Áreas Internacionais.
A Área Internacional Norte vai acolher as representações de mais de 70 países, com destaque para os membros da União Europeia.
Neste local e após a realização da Exposição Mundial de Lisboa, surgirá a nova FIL.
Na Área Internacional Sul ficarão instaladas as representações
de mais 60 países. Por seu lado, todas as organizações
internacionais presentes vão dispor de uma área específica.
Ladeado pelo Pavilhões Temáticos e pelas Áreas Internacionais está o Caminho da Água, o eixo central da animação da Expo'98 durante o dia que reserva uma mão-cheia de jogos de água e exemplos de arte pública.
Com uma extensão de dois quilómetros e paralelo à margem ribeirinha, está o Caminho da Costa, rota a seguir para acompanhar os principais acontecimentos da Expo-Noite.
Também junto à zona ribeirinha do Tejo existe um belíssimo espaço chamado Jardim das Águas e dedicado ao tema «Da montanha ao mar: um elo de lazer». Nele será ilustrada uma multiplicidade de actividade ligadas à água que, desde a Antiguidade até aos nossos dias, o Homem desenvolveu.
Num outro jardim, o Jardim Garcia de Orta, poderá ser apreciada
uma sequência admirável e monumental de espaços verdes,
onde as plantas são associadas aos oceanos.
No conjunto dos espaços reservados a serviços de apoio a visitantes enquadra-se a Anfiteatro ao Ar Livre da Expo'98. Situado na Doca dos Olivais, o referido recinto tem capacidade para cerca de 500 pessoas, junto ao palco flutuante, onde decorrerão inúmeras manifestações culturais.
Com uma capacidade superior, que ronda os 1000 espectadores, apresenta-se o maior espaço coberto da Exposição Mundial de Lisboa 1998. Trata-se do Auditório Júlio Verne, um espaço totalmente equipado para a apresentação de grandes espectáculos e actividades artísticas.
A estas duas estruturas adicionam-se três palcos especiais de grandes dimensões e uma série de 10 pequenos palcos.
Digno de chamar as atenções é o Vídeo-Estádio, um espaço localizado no extremo norte do recinto da Expo'98 que, munido com um ecrã gigante, poderá exibir grandes acontecimentos de actualidade (Mundial 98 de França, por exemplo) perante o olhar extasiado de 15 mil espectadores.
Por fim e se a perspectiva a partir do solo (notar que o chão
de alguns recintos e passeios são de calçada portuguesa)
da Expo não o seduz o suficiente, saiba que tem ao seu dispor um
teleférico. Este cómodo meio de transporte, com quatro dezenas
de cabinas, proporcionar-lhe-á uma passeata a 20 metros de altura
ao logo das margens do Tejo e através da Doca dos Olivais.
Todas as noites, a partir das 23 e 30, a Expo'98 apresentará um espectáculo multimedia, animando a zona ribeirinha com a conjugação de luz e som, projecções-laser, fogo-de-artifício e jogos de água.
Durante os dias, e para além da animação permanente, garantida desde as 9 horas por famílias de monstros marinhos, realizar-se-á, ao fim da tarde, um evento diurno intitulado «Peregrinação».
Este espectáculo consiste no desfile de 160 viajantes experimentados e das suas 14 máquinas de água e de peregrinar, num percurso alusivo à emoção da descoberta fruto do fascínio que os seres humanos nutrem pelo desconhecido.
Embarcações de todo o Mundo expostas na Doca dos Olivais, junto ao Jardim da Água, proporcionarão espectáculos, noite e dia, sobre testemunhos da história e da evolução das capacidades do Homem, dos seu sonhos, explorações e conflitos, naquilo a que se convencionou chamar de Exibição Náutica.
De 11 de Fevereiro a 21 de Maio de 1998, assinalando que faltarão apenas 100 dias para a inauguração oficial da Expo'98, haverá um programa de espectáculos, o Festival dos Cem Dias, que inclui concertos, ópera, teatro, bailado, exposições, ciclos de cinema («Um Mar de Filmes») e muito mais.
Um outro festival, o Festival do Mergulho no Futuro), acontecerá durante os meses de Julho e Agosto.
A realização deste evento terá como palco o Centro Cultural de Belém, onde se apresentará uma encenação da decisiva mudança da arte a que continuamos a assistir em todo o Mundo, propondo em simultâneo uma reflexão sobre o futuro.
A programação contempla a dança contemporânea,
a dança-teatro, as novas tendências na música, as artes
visuais e a «performance».
No interior dos Pavilhões Temáticos funcionarão 10 lojas que comercializam os mais diversos objectos relacionados com o tema específico de cada recinto.
Nas Áreas Internacionais, todos os países representados poderão dispor de um espaço destinado à venda de artigos típicos, bem como de fotografias, diapositivos, postais, gravações sonoras, filmes, livros e selos.
Nas Galerias Comerciais e nos quiosques situados em diversos pontos
do recinto encontrará 12 lojas que detêm o exclusivo da comercialização
de produtos licenciados, além de outras 30 que venderão toda
a gama de produtos autorizados pela Expo'98, desde artigos de joalharia,
filatelia, numismática a peças de artesanato e especialidades
gastronómicas.
Mas como não só de vistas vive o visitante da Exposição Mundial de Lisboa, esta oferece, a quem pretender refazer as energias gastas durante a visita ao recinto da Expo, a possibilidade de descobrir iguarias típicas oriundas das mais diferentes partes do Globo.
As opções são muitas, aliciantes e apetitosas.
Pode contar com meia centena de quiosques de cozinha ligeira e 37 restaurantes
com um sem fim de manjares.
As surpresas da Expo'98 são infinitas, passando pela certeza
de uma participação de Timor-Leste neste mega-acontecimento,
pela linha estilística dos fatos que diferenciarão os funcionários
da Exposição dos assistentes da mesma até chegar às
maravilhar que os países participantes se propõem trazer
para a Expo'98, como é o caso da Rússia que promete corporizar
o «Yellow Submarine» dos Beatles e talvez trazer um «iceberg»
até à costa portuguesa.
Depois de tudo isto só pode ficar uma ideia na cabeça dos potenciais visitantes da Expo'98, é a de saber onde comprar os bilhetes, quando e a que preço?.
As entradas para a maior exposição mundial deste século estarão à venda a partir do dia 31, depois de amanhã, nos balcões da Caixa Geral de Depósitos, nas lojas da Expo situadas no Centro de Informações Expo'98 (junto ao recinto da exposição), no Centro Cultural de Belém, no Palácio da Independência, no Centro Comercial Amoreiras e no Olivais Shopping.
Quanto mais cedo reservar o seu bilhete de trânsito para a Expo'98 melhor pois poderá beneficiar de descontos consideráveis.
Consulte a tabela e escolha a modalidade mais indicada para si e os seus.
E já agora aproveite para visitar o site da Expo'98 na Internet:
(Maria João Rodrigues)